quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Combater a pobreza, construir a paz" é tema do 42º Dia da Paz

"Combater a pobreza, construir a paz". Este foi o tema escolhido para a mensagem do Papa Bento XVI para o 42º Dia Mundial da Paz, que será celebrado em dia 1º de janeiro do próximo ano.A temática escolhida pelo Papa pretende sublinhar a necessidade de uma resposta urgente da família humana à grave questão da pobreza, entendida como problema material mas, antes de tudo, moral e espiritual.Recentemente o Santo Padre denunciou o escândalo da pobreza no mundo: "Como se pode permanecer insensíveis aos apelos daqueles que, nos diversos continentes, não conseguem alimentar-se suficientemente para viver? Pobreza e desnutrição não são uma mera fatalidade, provocada por situações ambientais adversas ou por desastrosas calamidades naturais (...). As considerações de caráter exclusivamente técnico ou econômico não devem prevalecer sobre os deveres de justiça para com todos aqueles que padecem a fome" (Mensagem de Sua Santidade Bento XVI à FAO - 2 de junho 2008)."O escândalo da pobreza manifesta a ineficácia dos atuais sistemas de convivência humana na promoção e realização do bem comum" (cfr Concilio Vaticano II, Cost. past. Gaudium et spes, 69). Por isso torna necessária uma reflexão sobre as profundas raízes da pobreza material e sobre a "miséria espiritual" que torna o homem indiferente aos sofrimentos do próximo.A resposta deve, então, ser buscada antes de tudo na conversão do coração do homem ao Deus da Caridade (cfr Benedetto XVI, Lett. enc. Deus caritas est), para conquistar assim a "pobreza de espírito" segundo a Mensagem de salvação anunciada por Jesus no "Discurso da Montanha": "Bem-aventurados os pobres de Espírito, porque deles é o reino dos céus" (Mt 5,3).



Fonte: Rádio Vaticano

terça-feira, 22 de julho de 2008

SABOREIE SEU CAFÉ

Um grupo de ex-alunos,todos muito bem estabelecidos profissionalmente, se reuniu para visitar um antigo professor da universidade. Em pouco tempo, a conversa girava em torno de queixas de estresse no trabalho e na vida como um todo.
Ao oferecer café aos seus convidados, o professor foi à cozinha e retornou com um grande bule e uma variedade de xícaras de porcelana, plástico, vidro, cristal; algumas simples, outras caras, outras requintadas; dizendo a todos para se servirem.
Quando todos os estudantes estavam de xícara em punho, o professor disse:
- Se vocês repararem pegaram, todas as xícaras bonitas e caras, e deixaram as simples e baratas para trás.
Uma vez que não é nada anormal que vocês queiram o melhor para si, isto é a fonte dos seus problemas e estresse.
Vocês podem ter certeza de que a xícara em si não adiciona qualidade nenhuma ao café.
Na maioria das vezes, são apenas mais caras e, algumas vezes, até ocultam o que estamos bebendo.
O que todos vocês realmente queriam era o café, não as xícaras, mas escolheram, conscientemente, as melhores xícaras e então ficaram de olho nas xícaras uns dos outros.
Agora pensem nisso: A Vida é o café; E os empregos, dinheiro, carros, casas, e posição social são as xícaras.
Elas são apenas ferramentas para sustentar e conter a Vida e o tipo de xícara que temos não define, nem altera a qualidade de Vida que vivemos.
Às vezes, ao nos concentrarmos apenas na xícara, deixamos de saborear o café que Deus nos deu.
Deus côa o café, não as xícaras.
Saboreie seu café!

Faz de Conta

Recentemente uma professora, que veio da Polônia para o Brasil ainda muito jovem, proferia uma palestra e, com muita lucidez trazia pontos importantes para reflexão dos ouvintes.

"Já vivi o bastante para presenciar três períodos distintos no comportamento das pessoas", dizia ela.

"O primeiro momento eu vivi na infância, quando aprendi de meus pais que era preciso ser. Ser honesta, ser educada, ser digna, ser respeitosa, ser amiga, ser leal."


"Algumas décadas mais tarde, fui testemunha da fase do ter. Era preciso ter."

"Ter boa aparência, ter dinheiro, ter status, ter coisas, ter e ter..."
"Na atualidade, estou presenciando a fase do faz de conta."
Analisando sob esse ponto de vista, chegaremos à conclusão que a professora tem razão.
Hoje, as pessoas fazem de conta e está tudo bem.

Pais fazem de conta que educam, professores fazem de conta que ensinam, alunos fazem de conta que aprendem.

Profissionais fazem de conta que são competentes, governantes fazem de conta que se preocupam com o povo e o povo faz de conta que acredita.

Pessoas fazem de conta que são honestas, líderes religiosos se passam por representantes de Deus, e fiéis fazem de conta que têm fé.

Doentes fazem de conta que têm saúde, criminosos fazem de conta que são dignos e a justiça faz de conta que é imparcial.

Traficantes se passam por cidadãos de bem e consumidores de drogas fazem de conta que não contribuem com esse mercado do crime.

Pais fazem de conta que não sabem que seus filhos usam drogas, que se prostituem, que estão se matando aos poucos, e os filhos fazem de conta que não sabem que os pais sabem.

Corruptos se fazem passar por idealistas e terroristas fazem de conta que são justiceiros...
E a maioria da população faz de conta que está tudo bem...

Mas uma coisa é certa: não podemos fazer de conta quando nos olhamos no espelho da própria consciência.

Podemos até arranjar desculpas para explicar nosso faz de conta, mas não justificamos.

Importante salientar, todavia, que essa representação no dia-a-dia, esse faz de conta, causa prejuízos para aqueles que lançam mão desse tipo de comportamento.

A pessoa que age assim termina confundindo a si mesma e caindo num vazio, pois nem ela mesma sabe quem é, de fato, e acaba se traindo em algum momento.

E isso é extremamente cansativo e desgastante.

Raras pessoas são realmente autênticas.

Por isso elas se destacam nos ambientes em que se movimentam.

São aquelas que não representam, apenas são o que são, sem fazer de conta.

São profissionais éticos e competentes, amigos leais, pais zelosos na educação dos filhos, políticos honestos, religiosos fiéis aos ensinos que ministram.

São, enfim, pessoas especiais, descomplicadas, de atitudes simples, mas coerentes e, acima de tudo, fiéis consigo mesmas.
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A pessoa que vive de aparências ou finge ser quem não é corre sérios riscos de entrar em depressão.

Isso é perfeitamente compreensível, graças à batalha que trava consigo mesma e o desgaste para manter uma realidade falsa.

Se é fácil enganar os outros, é impossível enganar a própria consciência.

Por todas essas razões, vale a pena ser quem se é, ainda que isso não agrade os outros.

Afinal, não é aos outros que prestaremos contas das nossas ações, e sim à nossa consciência.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Como ser feliz em meio ao sofrimento?

Só é feliz quem aprende a viver um momento após o outro!

O segredo é viver com intensidade o que é bom, muito bom e ótimo.

Na hora de sofrer, sofremos e choramos se for preciso.

Entretanto, se me servirem um sorvete vou saboreá-lo até o fim a agradecer a quem me serviu... E assim a vida continua, um instante após o outro! Sempre tendo o céu como nosso norte!
Ricardo Sá nasceu em Fortaleza (CE) e é membro da Comunidade Canção Nova há 25 anos. Formado em Comunicação Social pelo SPICS – Istitutto Paolino Internazionale della Comunicazione Sociale em Roma, é missionário, pregador e ministro de música, membro do Catholic Fraternity Music Ministry. Exerce seu trabalho também como escritor, cantor e apresentador de programas de rádio e televisão; articulista da Revista Canção Nova e do Portal cancaonova.com, gravou seu primeiro trabalho em 1985 com Monsenhor Jonas Abib,

Bento XVI critica falsificações da religião católica

O Papa Bento XVI criticou na sexta-feira em Varsóvia, diante de 270 mil fiéis molhados pela chuva, as falsificações da religião católica, em plena polêmica provocada pelo sucesso mundial do filme "O Código Da Vinci".

"Atualmente, como já aconteceu em séculos passados, pessoas ou grupos tentam falsificar a palavra de Cristo e retirar suas verdades do Evangelho", protestou o Sumo Pontífice.

Na primeira grande missa de sua viagem de quatro dias a Polônia, o papa se esforçou para falar em polonês e emocionou os católicos presentes. O Papa alemão iniciou a homilia com uma homenagem ao "bem-amado antecessor" e lembrou que seu pontificado de 26 anos foi marcado por profundas mudanças políticas, tanto na Polônia como no mundo inteiro.
Assim como João Paulo II, pediu aos poloneses, 90% católicos, que "continuem fiéis à palavra de Cristo, mesmo quando esta é exigente e humanamente difícil de compreender".

Bento XVI insistiu na permanência da fé católica, transmitida ao longo de toda a história "de geração para geração". Também reiterou o pedido, repetido desde o início do pontificado, de "não ceder à tentação do relativismo e da interpretação subjetiva e seletiva das escrituras sagradas".

"Segundo estas pessoas, esta verdade é muito incômoda para o homem moderno. Se trata de criar a impressão de que tudo é relativo e que, inclusive, as verdades da fé dependeriam da situação histórica e da avaliação humana", comentou.

domingo, 6 de julho de 2008

Combater a pobreza, construir a paz" é tema do 42º Dia da Paz


"Combater a pobreza, construir a paz". Este foi o tema escolhido para a mensagem do Papa Bento XVI para o 42º Dia Mundial da Paz, que será celebrado em dia 1º de janeiro do próximo ano.
A temática escolhida pelo Papa pretende sublinhar a necessidade de uma resposta urgente da família humana à grave questão da pobreza, entendida como problema material mas, antes de tudo, moral e espiritual.
Recentemente o Santo Padre denunciou o escândalo da pobreza no mundo: "Como se pode permanecer insensíveis aos apelos daqueles que, nos diversos continentes, não conseguem alimentar-se suficientemente para viver? Pobreza e desnutrição não são uma mera fatalidade, provocada por situações ambientais adversas ou por desastrosas calamidades naturais (...). As considerações de caráter exclusivamente técnico ou econômico não devem prevalecer sobre os deveres de justiça para com todos aqueles que padecem a fome" (Mensagem de Sua Santidade Bento XVI à FAO - 2 de junho 2008).
"O escândalo da pobreza manifesta a ineficácia dos atuais sistemas de convivência humana na promoção e realização do bem comum" (cfr Concilio Vaticano II, Cost. past. Gaudium et spes, 69). Por isso torna necessária uma reflexão sobre as profundas raízes da pobreza material e sobre a "miséria espiritual" que torna o homem indiferente aos sofrimentos do próximo.
A resposta deve, então, ser buscada antes de tudo na conversão do coração do homem ao Deus da Caridade (cfr Benedetto XVI, Lett. enc. Deus caritas est), para conquistar assim a "pobreza de espírito" segundo a Mensagem de salvação anunciada por Jesus no "Discurso da Montanha": "Bem-aventurados os pobres de Espírito, porque deles é o reino dos céus" (Mt 5,3).





Fonte: Rádio Vaticano

Bispos brasileiros recebem Sagrado Palio


Neste Domingo, 29, Solenidade de São Pedro e São Paulo, o Papa Bento XVI presidiu a Liturgia Eucarística com a imposição do sagrado Palio a 40 arcebispos metropolitas, entre os quais dois brasileiros: o arcebispo de Vitória da Conquista, na Bahia, o capuchinho Dom Luís Gonzaga Silva Pepeu; e o de Cascavel, no Paraná, Dom Mauro Aparecido dos Santos.
A Celebração contou com a presença do Patriarca Ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, que foi acolhido pelo Papa à entrada da Basílica de São Pedro. Com um gesto de grande valor ecumênico, Bento XVI cedeu a palavra, durante a Missa, ao patriarca de Constantinopla Bartolomeu I pedindo que fosse ele a proferir a homilia para a grande festa dos Santos Pedro e Paulo, Padroeiros da Igreja de Roma e colocados como fundamento juntamente com os outros Apóstolos, da Igreja, una, santa, católica e apostólica.
Esta festa, explicou o Papa, "traz-nos todos os anos a agradável presença de uma Delegação fraterna da Igreja de Constantinopla, que este ano, por causa da abertura do Ano Paulino, é guiada pelo próprio Patriarca, Sua Santidade Bartolomeu I. A ele dirijo a minha saudação cordial, enquanto exprimo a alegria de ter mais uma vez a feliz oportunidade de trocar com ele o beijo da paz, na esperança comum de ver aproximar-se o dia da unitatis redintegratio, o dia da plena comunhão entre nós".
Em seguida, o Papa saudou os membros da Delegação patriarcal e os representantes de outras igrejas e comunidades eclesiais que o honravam com a sua presença, oferecendo com isso um sinal da vontade de intensificar o caminho para a unidade plena entre os discípulos de Cristo.
Palavras do Patriarca de Constantinopla
"Dispomo-nos agora - acrescentou Bento XVI - a escutar as reflexões de Sua Santidade o Patriarca Ecumênico, palavras que queremos acolher com o coração aberto, porque vêm do nosso Irmão amado no Senhor".
O Patriarca Bartolomeu observou, dirigindo-se ao Papa, que "o diálogo teológico entre as nossas Igrejas, graças à ajuda divina, continua em frente, para além das notáveis dificuldades que subsistem sobre as conhecidas problemáticas".
"Desejamos verdadeiramente – afirmou o Patriarca – e rezamos muito por isso, para que estas dificuldades sejam superadas e os problemas dissolvidos o mais rapidamente possível, para atingir o objetivo final, a glória de Deus".
A homilia do Patriarca Ecumênico Bartolomeu I terminou com os votos de "uma próxima comunhão completa, união da fé e comunhão do Espírito Santo, nos laços da paz, nesta terra, e no céu a vida eterna e a grande misericórdia".
As palavras de Bartolomeu I foram acolhidas com um longo aplauso.
Permanente missão de Pedro
Sucessivamente Bento XVI retomou a palavra e depois de ter agradecido ao Patriarca quis recordar que a missão permanente de Pedro e portanto a própria, como seu sucessor, é aquela de "fazer com que a Igreja nunca se identifique com uma única nação, com uma única cultura, com um único estado. Que seja sempre a Igreja de todos".
"Que reúna a humanidade para além de qualquer fronteira e no meio das divisões deste mundo, torne presente a paz de Deus, a força reconciliadora do seu amor", destacou.
Segundo Bento XVI, "no mundo globalizado de hoje, graças à técnica igual em todo o lado, graças à rede mundial de informações, bem como graças à ligação de interesses comuns, existem novas maneiras de unidade, mas é uma unidade sobre as coisas materiais, que muitas vezes fazem explodir novos contrastes".
"Pelo contrário o mundo precisa cada vez mais de unidade interior que provém da paz de Deus. Portanto a missão permanente de Pedro, mas também tarefa particular confiada à Igreja é reconduzir a esta unidade a humanidade inteira".
Depois da homilia, Bento XVI e Bartolomeu I, recitaram juntos o credo segundo o símbolo niceno-constantinopolitano na língua original grega, segundo o uso litúrgico das igrejas bizantinas.
Seguiu-se a oração universal dos fiéis cujas intenções foram propostas em seis línguas: alemão árabe,francês, swahili, chinês e português.
Em seguida, foi a imposição do Palio, uma insígnia litúrgica de "honra e jurisdição". Para além do próprio Papa, os Palios são também envergados pelos Arcebispos Metropolitas nas suas Igrejas e nas da sua Província eclesiástica. Esta insígnia é feita com a lã de dois cordeiros brancos benzidos pelos Papas na memória litúrgica de Santa Inês, a 21 de Janeiro.
Fonte: Rádio Vaticano

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Papa imporá pálio a 41 arcebispos, dois deles do Brasil


Domingo próximo, Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, Bento XVI celebrará a Eucaristia às 9h30 na Basílica Vaticana, com a participação do Patriarca Ecumênico Bartolomeu I.

O patriarca e o papa - informa o Departamento das Celebrações Litúrgicas - farão a homilia, recitarão juntos a profissão de fé e darão a bênção. Concelebrarão com Bento XVI os 41 novos arcebispos metropolitanos de recente nomeação, aos quais Bento XVI imporá o Pálio.

Dos 41 arcebispos que receberão o pálio 16 são das Américas, dois dos quais do Brasil: o arcebispo de Vitória da Conquista, na Bahia, o capuchinho D. Luís Gonzaga Silva Pepeu; e o de Cascavel, no Paraná, D. Mauro Aparecido dos Santos; 14 são da Europa; sete da África e quatro da Ásia, entre eles o Patriarca de Jerusalém dos Latinos, D. Fouad Twal.

Outros dois arcebispos, um da Índia e um de Serra Leoa, receberão o pálio nas suas sés metropolitanas.

O pálio parece com uma estola, sendo mais curto: é uma faixa de lã branca ornamentada com seis cruzes pretas, que se coloca ao pescoço e as duas pontas caem sobre o peito. É tecido com a lã dos dois cordeiros brancos oferecidos ao papa todos os anos, por ocasião da festa de Santa Inês, no dia 21 de janeiro, e isto para indicar em quem o leva a figura do Bom Pastor. Simboliza também a autoridade eclesiástica do metropolita, entendendo-se a autoridade como serviço, e não como poder.

A Rádio Vaticano transmitirá a cerimônia, com comentários também em português, a partir das 4h20 de Brasília, para todas as emissoras que nos retransmitem.

Fonte: Radio Vaticano

Postado por Grupo Novos Amigos às 06:09

segunda-feira, 23 de junho de 2008

São João

Festa juninas ou santos populares são uma celebração brasileira e portuguesa, de origem européia.
Historicamente, está relacionada com a festa pagã do solstício de verão, que era celebrada no dia 24 de junho, segundo o calendário juliano (pré-gregoriano) e cristianizada na Idade Média como "festa de São João".

Ela festeja no Brasil importantes santos católicos:

Santo Antônio (13 de junho)

São João (24 de junho)

São Pedro (29 de junho)

São Paulo (29 de junho)

São Marçal (30 de Junho)

Em Portugal, estas festas são conhecidas pelo nome de santos populares e correspondem a diferentes feriados municipais: Santo António, em Lisboa, São Pedro no Seixal, São João, no Porto, em Braga e em Almada.

No Brasil, recebeu o nome de junina (chamada inicialmente de joanina, de São João), porque acontece no mês de junho. Além de Portugal, a tradição veio de outros países europeus cristianizados dos quais se oriundam as comunidades de imigrantes, chegados a partir de meados do século XIX. Ainda antes, porém, a festa já tinha sido trazida para o Brasil pelos portugueses e logo foi incorporada aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras.

Festas de São João são ainda celebradas em alguns países europeus católicos, protestantes e ortodoxos (França, Portugal, Irlanda, os países nórdicos e do Leste europeu). As fogueiras de São João e a celebração de casamentos reais ou encenados (como o casamento fictício no baile da quadrilha nordestina) são costumes ainda hoje praticados em festas de São João européias.

A festa de São João brasileira é típica da Região Nordeste. Por ser uma região árida, o Nordeste agradece anualmente a São João, mas também a São Pedro, pelas chuvas caídas nas lavouras. Em razão da época propícia para a colheita do milho, as comidas feitas de milho integram a tradição, como a canjica e a pamonha.O local onde ocorre a maioria dos festejos juninos é chamado de arraial, um largo espaço ao ar livre cercado ou não e onde barracas são erguidas unicamento para o evento, ou um galpão já existente com dependências já construídas e adaptadas para a festa. Geralmente o arraial é decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e palha de coqueiro. Nos arraiás acontecem as quadrilhas, os forrós, leilões, bingos e os casamentos matutos.

Atualmente, os festejos ocorridos em cidades pólos do Norte e Nordeste dão impulso à economia local. Citem-se, como exemplo, Caruaru em Pernambuco; Campina Grande na Paraíba; Mossoró no Rio Grande do Norte; Maceió em Alagoas; Aracaju em Sergipe; Juazeiro do Norte no Ceará; e Cametá no Pará. Além disso, também existem nas pequenas cidades, festas mais tradicionais como Cruz das Almas, Ibicuí, Jequié e Euclides da Cunha na Bahia.

As duas primeiras cidades disputam o título de Maior São João do Mundo, embora Caruaru esteja consolidada no Guinness Book, categoria festa country (regional) ao ar livre.


História de João BaptistaJoão Baptista (português europeu) ou Batista (português brasileiro) , também chamado de João, o Baptizador (Judeia, 2 a.C. - 30 d.C.) foi um pregador judeu, do início do século I, citado por inúmeros historiadores, entre os quais estão Flávio Josefo e os autores dos quatro Evangelhos da Bíblia.Segundo a narração do Evangelho de São Lucas, João Baptista era filho do sacerdote Zacarias e Isabel (ou Elizabete), prima de Maria, mãe de Jesus. Foi profeta e considerado pelos cristãos como o precursor do prometido Messias, Jesus Cristo. Baptizou muitos judeus, incluindo Jesus, no rio Jordão, e introduziu o baptismo de gentios nos rituais de conversão judaicos, que mais tarde foram adoptados pelo cristianismo.Infância e educaçãoJoão nasceu numa pequena aldeia chamada Judá, há cerca de seis quilômetros lineares de distância a oeste de Jerusalém.

Segundo interpretações do Evangelho de Lucas, era um nazireu de nascimento. Outros documentos defendem que pertencia à facção nazarita da Palestina, integrando-a na puberdade, era considerado, por muitos, um homem consagrado.

De acordo com a cronologia neste artigo, João teria nascido no ano 7 a.C.; os historiadores religiosos tendem a aproximar esta data do ano 1º, apontando-a para 2 a.C..Como era prática ritual entre os judeus, o seu pai Zacarias teria procedido à cerimónia da circuncisão, ao oitavo dia de vida do menino.

A sua educação foi grandemente influenciada pelas acções religiosas e pela vida no templo, uma vez que o seu pai era um sacerdote e a sua mãe pertencia a uma sociedade chamada "as filhas de Araão", as quais cumpriam com determinados procedimentos importantes na sociedade religiosa da altura.Aos 6 anos de idade, de acordo com a educação sistemática judaica, todos os meninos deveriam iniciar a sua aprendizagem "escolar".

Em Judá não existia uma escola, pelo que terá sido o seu pai e a sua mãe a ensiná-lo a ler e a escrever, e a instruí-lo nas actividades regulares.Aos 14 anos há uma mudança no ensino. Os meninos, graduados nas escolas da sinagoga, iniciam um novo ciclo na sua educação. Como não existia uma escola em Judá, os seus pais terão decidido levar João a Engedi (atual Qumram) com o fito de este ser iniciado na educação nazarita.

João terá efectuado os votos de nazarita que incluíam abster-se de bebidas intoxicantes, o deixar o cabelo crescer, e o não tocar nos mortos. As ofertas que faziam parte do ritual foram entregues em frente ao templo de Jerusalém como caracterizava o ritual.Engedi era a sede ao sul da irmandade nazarita, situava-se perto do Mar Morto e era liderada por um homem, reconhecido, de nome Ebner.
Postado por Grupo Novos Amigos às 06:58 0 comentários
Sexta-feira, 20 de Junho de 2008

terça-feira, 10 de junho de 2008

Família, muito mais que um conjunto de pessoas

O futuro da sociedade e da Igreja passam inexoravelmente por ela



A família é muito mais do que um simples grupo de pessoas, unidas de qualquer jeito, e vivendo juntas na mesma casa. É muito mais do que isso, ela é a “célula mãe” da humanidade. Quando Deus quis que a humanidade existisse, a projetou baseada na família; por isso ela é sagrada. Não foi um Papa, um Bispo ou um Cardeal que a instituiu, mas o próprio Deus, para que ela fosse o berço e o escudo de proteção da vida humana na terra.
Marcada pelo sinete divino, a família, em todos os povos, atravessou os tempos e chegou até nós no século XXI. Só uma instituição de Deus tem esta força. Ninguém jamais destruirá a força da família por ser ela uma instituição divina. Para vislumbrar bem a sua importância basta lembrar que o Filho de Deus, quando desceu do céu para salvar o homem, ao assumir a natureza humana, quis nascer numa família.
O Papa João Paulo II, na “Carta às Famílias”, chamou a família de “Santuário da vida” (CF, 11). Santuário quer dizer “lugar sagrado”. É ali que a vida humana surge como de uma nascente sagrada e é cultivada e formada. É missão sagrada da família guardar, revelar e comunicar ao mundo o amor e a vida.
Na visão bíblica, homem e mulher são chamados a (juntos) continuar a ação criadora de Deus e a construção mútua de ambos, gerando os seus filhos amados.
Este é o desígnio de Deus para o homem e para a mulher: juntos, em família: “crescer”, “multiplicar”, “encher a terra”, “submetê-la”. Vemos aí também a dignidade, baseada no amor mútuo, a qual leva o homem e a mulher a deixar a própria casa paterna, para se dedicarem um ao outro totalmente. Este amor é tão profundo, que dos dois faz um só, “uma só carne”, para que possam juntos realizar um grande projeto comum: a família.
Daí podemos ver que sem o matrimônio forte e santo, não é possível termos uma família forte, segundo o desejo do coração de Deus. Isso nos faz entender também que a celebração do sacramento do matrimônio é a garantia da presença de Jesus na família que ali começa, como nas Bodas de Caná.
Como é doloroso perceber hoje que muitos jovens, nascidos em famílias católicas, já não valorizam mais esse sacramento e acham, por ignorância religiosa, que já não é importante subir ao altar para começar uma família!
Ao falar da família no plano de Deus, o Catecismo da Igreja Católica (CIC) diz que ela é “vestígio e imagem da comunhão do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Sua atividade procriadora e educadora é o reflexo da obra criadora do Pai” (CIC §2205).
Essas palavras indicam que a família é, na terra, a marca (“vestígio e imagem”) do próprio Deus, que, através dela continua a sua obra criadora. É muito mais que um mero grupo de pessoas.
O futuro da sociedade e da Igreja passam inexoravelmente por ela. É ali que os filhos e os pais devem ser felizes. Quem não experimentou o amor no seio do lar, terá dificuldade para conhecê-lo fora dele. Os psicólogos mostram quantos problemas surgem com as pessoas que não experimentaram o amor do pai, da mãe e dos irmãos.
“A família é a comunidade na qual, desde a infância, se podem assimilar os valores morais, em que se pode começar a honrar a Deus e a usar corretamente da liberdade. A vida em família é iniciação para a vida em sociedade” (CIC §2207). Ela é a “íntima comunidade de vida e de amor” (GS, 48).
Toda essa reflexão nos leva a concluir que cada homem e cada mulher que deixam o pai e a mãe para se unir em matrimônio e constituir uma nova família, não podem fazer isso levianamente, mas devem fazê-lo somente por um autêntico amor, que não é uma entrega passageira, mas uma doação definitiva, absoluta, total, fiel, madura, responsável, até a morte... Se destruirmos a família, destruiremos a sociedade. Por isso, é fácil perceber, cada vez mais claramente, que os sofrimentos das crianças, dos jovens, dos adultos e dos velhos, têm a sua razão na destruição dos lares.
Cabe aqui uma pergunta: Como será possível, num contexto de grande imoralidade de hoje, insegurança, ausência de pai ou mãe, garantir aos filhos as bases de uma personalidade firme e equilibrada, e uma vida digna, com esperança?
Fruto da permissividade moral e do relativismo religioso de nosso tempo, é enorme a porcentagem de famílias destruídas e de pseudofamílias, gerando toda sorte de sofrimentos para os filhos. Muitos crescem sem o calor amoroso do pai e da mãe, carregando consigo essa carência afetiva que se desdobra em tantos problemas e frustrações.
Podemos resumir toda a grandeza, importância e beleza da família, nas palavras do saudoso Papa João Paulo II, na Encíclica Evangelium Vitae: "No seio do 'povo da vida e pela vida', resulta decisiva a responsabilidade da família: é uma responsabilidade que brota da própria natureza dela - uma comunidade de vida e de amor, fundada sobre o matrimônio - e da sua missão que é 'guardar, revelar e comunicar o amor'” ( FC,17).
Muito mais do que um simples grupo de pessoas, unidas de qualquer forma e vivendo juntas, a família, o berço da humanidade segundo o desejo de Deus; é o fruto da união de um homem e de uma mulher, unidos pelo matrimônio e pelo amor para sempre, vivendo a fidelidade, indissolubilidade e gerando os filhos de Deus.
.Felipe Aquino

felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 fihos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Conheça mais em http://www.cleofas.com.br/

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Corpus Christi



Corpus Christi (latim para Corpo de Cristo) é uma festa móvel da Igreja Católica que celebra a presença real e substancial de Cristo na Eucaristia.


É realizada na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade que, por sua vez, acontece no domingo seguinte ao de Pentecostes. É uma festa de 'preceito', isto é, para os católicos é de comparecimento obrigatório assistir à Missa neste dia, na forma estabelecida pela Conferência Episcopal do país respectivo.


A procissão pelas vias públicas, quando é feita, atende a uma recomendação do Código Canônico (art. 944) que determina ao Bispo diocesano que a providencie, onde for possível, "para testemunhar publicamente a veneração para com a santíssima Eucaristia, principalmente na solenidade do Corpo e Sangue de Cristo." É recomendado que nestas datas, a não ser por causa grave e urgente, não se ausente da diocese o Bispo (art. 395).


História


A origem da Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo remonta ao Século XIII. A Santa Igreja sentiu necessidade de realçar a presença real do "Cristo todo" no pão consagrado. A Festa de Corpus Christi foi instituída pelo Papa Urbano IV com a Bula ‘Transiturus’ de 11 de agosto de 1264, para ser celebrada na quinta-feira após a Festa da Santíssima Trindade, que acontece no domingo depois de Pentecostes.


O Papa Urbano IV foi o cônego Tiago Pantaleão de Troyes, arcediago do Cabido Diocesano de Liège na Bélgica, que recebeu o segredo das visões da freira agostiniana, Juliana de Mont Cornillon, que exigiam uma festa da Eucaristia no Ano Litúrgico. A ‘Fête Dieu’ (Festa de Deus) começou na paróquia de Saint Martin em Liège, em 1230, com autorização do arcediago para procissão eucarística só dentro da igreja, a fim de proclamar a gratidão a Deus pelo benefício da Eucaristia. Em 1247, aconteceu a 1ª procissão eucarística pelas ruas de Liège, já como festa da diocese. Depois se tornou festa nacional na Bélgica.


O ofício foi composto por São Tomás de Aquino o qual, por amor à tradição litúrgica, serviu-se em parte de Antífonas, Lições e Responsórios já em uso em algumas Igrejas.
A festa mundial de Corpus Christi foi decretada em 1264. O decreto de Urbano IV teve pouca repercussão, porque o Papa morreu em seguida. Mas se propagou por algumas igrejas, como na diocese de Colônia na Alemanha, onde Corpus Christi é celebrada desde antes de 1270. A procissão surgiu em Colônia e difundiu-se primeiro na Alemanha, depois na França e na Itália. Em Roma é encontrada desde 1350.


A Eucaristia é um dos sete sacramentos e foi instituído na Última Ceia, quando Jesus disse :‘Este é o meu corpo...isto é o meu sangue... fazei isto em memória de mim’. Porque a Eucaristia foi celebrada pela 1ª vez na Quinta-Feira Santa, Corpus Christi se celebra sempre numa quinta-feira após o domingo depois de Pentecostes.


A Festa no Brasil


Em muitas cidades portuguesas e brasileiras é costume ornamentar as ruas por onde passa a procissão com tapetes de colorido vivo e desenhos de inspiração religiosa. Esta festividade de longa data se constitui uma tradição no Brasil, principalmente nas cidades históricas se revestem de práticas antigas e tradicionais são embelezadas com decorações de acordo com costumes locais. No Pará, no município de Capanema é uma tradição os tapetes de serragem colorida cobrindo as ruas por onde passa a procissão de Corpus Christi.


Em Castelo, no estado do Espírito Santo, as ruas são decoradas com enormes tapetes coloridos formados por flores, serragem colorida e grãos. Em São Paulo, o município de Matão é famoso por seus tapetes coloridos feitos de vidro moído, serragem e flores que formam uma cruz no centro da cidade. A cidade de Mariana - MG comemora a festa de Corpus Christi enfeitando as ruas com tapetes de serragem e pinturas. São Joaquim da Barra - SP e Jacobina - BA também seguem o mesmo estilo, as ruas ao redor da matriz são enfeitadas com serragem, raspa de couro, areias coloridas, tudo o que a criatividade proporciona para este dia santo.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Observar os filhos para compreendê-los

É bom começar por dizer que "observar" os filhos não significa bisbilhotar", isto é, näo pode ser ocasião para violarmos a sua intimidade pessoal. Somos bisbilhoteiros quando queremos saber tudo, mas quase unicamente para satisfazer as nossas exi­gências e para tranqüilizar as nossas ansiedades.






O respeito à intimidade dos filhos é fundamental para estabelecer com eles um autêntico relacionamento de confiança. A tarefa de observá-los assume, portanto, uma feição inteiramente particular, porque se baseia na mais absoluta naturalidade e espontaneidade, o que torna necessária uma participação ativa na vida do filho: é uma observação destinada a captar e a incentivar tudo o que pode ajudá-lo a desenvolver-se como pessoa, com pleno respeito a sua liberdade.

Para consegui-lo, pode ser conveniente descer ao nível da criança, ver as coisas um pouco do ponto de vista dela; se soubermos fazê-lo, ficaremos admirados ao notar a enorme diferença que há entre o nosso mundo e o das crianças, e quanto o delas é rico, apesar das aparências.

A observação e o conhecimento começam a partir do berço. Cada criança tem as suas exigências e é diferente de qualquer outra. Procuremos, portanto, respeitá-la e não impor-lhe de modo muito rígido os nossos horários. Seria mais oportuno que a mãe se adaptasse, por exemplo, aos horários de um bebê, e não ao contrário.

A observação deve, pois, tender a saber não só "como é a criança", mas sobretudo como nós somos com ela; muitos dos seus hábitos dependem exclusivamente de nós e têm a sua origem no modo habitual com que nós mesmos nos conduzimos. É fácil perceber que muitas das preferências do filho resultam dos hábitos de seus pais.

Por último, é necessário empenhar-se em observar os filhos no seu relacionamento com os pais e também com os da sua idade; no seu comportamento em casa e fora dela, de modo a conseguir uma imagem completa da sua personalidade. a primeira infância, procuraremos portanto conhecer do nosso filho não só o seu tamanho, o peso, etc., mas também a sua capacidade e potencialidade de movimentos (o chamado desenvolvimento motor), perguntando-nos honestamente se somos pais que favorecem a educação física ou não.

É penoso observar que há crianças já bem grandinhas que não agüentam um pequeno passeio porque "se cansam", "não estão acostumadas", e que não correm e não saltam porque "poderiam cair" e "machucar-se".

Saber observar o filho significa também vê-lo como ele é com os demais meninos, sem porém usar de indulgência nas comparações.
Fonte: extraído do livro "Conheça o seu filho", da Editora Quadrante. A autora, Anna Maria Costa, é psicóloga italiana.

Publicado no Portal da Família em 04/03/2008

terça-feira, 20 de maio de 2008

TRÊS TAPAS NA CARA










- Quando conversamos (dialogamos), todos ganhamos.


- Quando sabemos dialogar não perdemos nada. Só ganhamos.

- Numa conversa (diálogo), precisamos tem sempre presente o seguinte: o que o outro pensa, é o que ele pensa. Quer eu goste ou não. Quer me agrade ou não. O que ele pensa, é o que ele pensa.

Para ter sucesso no diálogo, é fundamental evitar:


a) Julgamento:




Jesus disse: “Não julgueis e não sereis julgados. Porque do mesmo modo com que julgardes sereis julgados e, com a medida com que tiverdes medido, também vós sereis medidos” (Mt 7, 1-


2). E disse mais: “… não vim para julgar (condenar) o mundo, mas para salvá-lo” (Jo 12,47). Nem o próprio Jesus quer julgar o mundo. Ele não tem pressa em condenar-nos. Porque haveríamos nós de ter pressa em julgar e condenar os outros.


b) Cobrança


Como nos sentimos quando somos cobrados? Que mal-estar nos causa! Elimine a cobrança! Quanto mais caro uma loja cobra, mais o cliente se afasta dela.



c) Acusação:




Enquanto Jesus nos salva, o demônio nos acusa. Eis como será seu fim: “… foi precipitado o acusador de nossos irmãos, que os acusava, dia e noite diante do nosso Deus” (Ap 12, 10b).


Quando acusamos os outros, nos tornamos “ministros do acusador” (o inimigo que nos acusa diante de Deus). A proposta de Jesus é: “Sede misericordiosos, assim, como vosso Pai celeste é misericordioso” (Mt 5, 48), porque “os misericordiosos alcançarão misericórdia” (Mt 5, 7).

Quando somos misericordiosos ficamos do lado de Jesus. Quando acusamos…

Detestemos o erro, mas amemos o que erra.



Não esqueçamos: A pessoa é sempre mais importante que o seu erro.


TAPAS


Julgamento


Cobrança


Acusação


Quando usamos qualquer um destes três recursos, antes de conquistar e nos aproximar do outro, aumentamos o muro que nos separa.


Cada um deles é um tapa na cara e assenta um tijolo a mais no muro da separação.




Evitemo-los!






sábado, 17 de maio de 2008

REFLEXÃO:




O vento Canta


Certa vez, uma industria de calçados aqui no Brasil, desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia. Em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes do país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.

Depois de alguns dias de pesquisa, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da industria: "Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos.

" Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu: Senhores, tripliquem o projeto da exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos, ...ainda."


MORAL DA HISTÓRIA:

A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para outro.

Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.

A sabedoria popular traduz essa situação na seguinte frase:


"OS TRISTES ACHAM QUE O VENTO GEME; OS ALEGRES ACHAM QUE ELE CANTA".


O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos.

A maneira como você encara a vida, faz TODA diferença.

Perdão entre pais e filhos




Pais e mães abandonados pelos filhos, eu lhes digo: é vontade de Deus – para a felicidade e a necessidade de todos vocês – que lhes concedam o perdão.
Que o amor de vocês, mesmo sofrido, seja um "dreno" para retirar todo o mal que já foi feito, para que o amor entre vocês seja recuperado.
Seja o que for que tenha acontecido, perdoem. Clamem pela misericórdia divina.
Por causa das suas lágrimas, unidas à oração, o Senhor atende ao pedido de vocês.
Há também filhos que precisam perdoar aos pais. Pode ser que estes continuem no erro, no vício do álcool, no adúltero, ou talvez tenham abandonado a família ou sejam violentos... Como essas coisas ferem!
Eu digo a mesma coisa para vocês: É momento de lhes perdoar.
Perdoar pelas palavras pesadas trocadas e por todos os atos que causaram dor, revolta e mágoas.
Talvez seus pais já tenham morrido e vocês nem tiveram oportunidade de lhes pedir e conceder perdão.
Mas Deus liga o céu à terra, é a hora do perdão. Por mais doloroso que seja, perdoem. É necessário o perdão para que haja a "drenagem" de tudo aquilo que está "estragado".
Deixem Deus realizar isso em vocês. Dêem essa chance para eles, para que a misericórdia de Deus possa atingi-los e tirar toda “infecção” e salvá-los.
O perdão é a maior manifestação de Deus que passa em nós e transforma tudo.
Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Perdoar: um ato de vontade



Comece a amar e tudo vai se transformar em sua vida


Perdoar é a prova pela qual o Senhor faz passar todos os seus combatentes. Perdoar nos classifica. Não perdoar nos desclassifica nessa seleção de combatentes.


Perdoar é ato de vontade e não um simples sentimento. Temos o livre-arbítrio de escolher entre perdoar ou guardar entulhos no coração. A decisão é nossa. Somente com o perdão conseguimos harmonia em nosso coração.


A Palavra de Deus nos mostra claramente que o perdão abre a porta para alcançarmos as graças de que necessitamos.


“E quando estiverdes de pé orando, se tendes algo contra alguém, perdoai, para que o vosso Pai que está no céus também vos perdoe vossas faltas” (Mc 11,25).


Muitas vezes, não somos atendidos em nossas orações por causa da dureza do nosso coração.

Pedimos muitas graças, rezamos, fazemos penitências, mas se não perdoamos, se ficamos guardando ressentimentos em nosso coração, a graça não acontece. Se nos recusamos a perdoar, automaticamente estamos impedindo que a graça de Deus se realize em nossas vidas...


Sem perdão o canal da graça está impedido. Ressentimentos, e muito mais ainda, rancores e ódios “entopem” o canal da graça. Ao longo de nossas vidas vamos acumulando mágoas e ressentimentos; somos pessoas complicadas, nos ofendemos com facilidade e na mesma proporção magoamos e ferimos as pessoas... É preciso mudar o coração. É necessário ser misericordioso como o Pai é misericordioso.


Temos um Pai que é todo amor. Na qualidade de filhos, precisamos nos encher de misericórdia, piedade e compaixão para como o nosso próximo. É preciso agir como o bom samaritano (cf. Lc 10,30-37).


Precisamos ser homens e mulheres semelhantes ao bom samaritano. Ele precisou renunciar a todos os seus projetos de seguir em frente e dar prioridade àquele que estava precisando de cuidados. Assim são os combatentes que o Senhor escolheu.


Deus coloca em nosso caminho as pessoas que precisamos ajudar e perdoar. É necessário ter um coração misericordioso. É imprescindível que este coração transborde em atitudes concretas.


Em nossa vida existem situações concretas nas quais precisamos usar de misericórdia. Por essa razão, precisamos conservar um coração sensível. A vida moderna não pode nos arrastar. Não pode endurecer o nosso coração. O mundo não pode nos tornar insensíveis.


Quando começamos a amar, tudo se transforma.

Não espere toda a sua vida mudar, para depois começar a amar. Ao contrário: comece amando e tudo vai se transformar em sua vida.


Talvez na sua casa exista uma pessoa difícil de se relacionar, sempre irritada, indiferente e revoltada. A única maneira de reverter esse quadro é amá-la. Amar sem impor condições. Amar, mesmo que a pessoa continue errando. O amor precisa ser traduzido em paciência: ver a pessoa errar e assim mesmo estar junto, sem irritação, sem ficar a recriminando. Apenas amar, e isso é um exercício.


Amar não quer dizer deixar a pessoa fazer o que quiser. Você está presente, não a abandona, não fica falando na cabeça dela. Você aponta o caminho, mostra o certo e ama apenas. A misericórdia triunfa no julgamento. Se você for uma pessoa misericordiosa, será tratada com misericórdia no julgamento; o que nos salvara no julgamento será o amor traduzido em gestos concretos para com aqueles que erram.


Padre Jonas Abib


Fundador da Comunidade Canção Nova e Presidente da Fundação João Paulo II.

É autor de diversos livros, milhares de palestras em áudio e vídeo, viajando o Brasil e o mundo em encontros de evangelização.


É preciso que Jesus fique na minha família


A nossa casa precisa ser do Senhor. Nossa família toda precisa ser inteiramente do Senhor. Unicamente d’Ele. É triste ver que ainda há muitos dos nossos que estão longe de Deus e não querem saber d’Ele; são renitentes, teimosos.Em nossa casa existem muitos que não freqüentam mais a igreja. Não querem saber de padre, da Igreja, de oração, de confissão, de Missa e, principalmente, de Eucaristia. Também há pessoas brutas, autoritárias, ruins, maldosas, que falam palavrão, que fazem coisas erradas... na nossa casa. O nosso coração sofre vendo que pessoas de nossa família agem assim ou porque estão no vício, na bebida... Elas não calculam o mal que fazem para si mesmas e para a família. Assim como Jesus escolheu Zaqueu, Ele nos escolheu para levá-Lo para nossa casa. Veja a passagem do Evangelho de São Lucas:“Tendo entrado em Jericó, Jesus atravessava a cidade. Apareceu um homem chamado Zaqueu, chefe dos coletores de impostos, muito rico. Ele procurava ver quem era Jesus, e não conseguia por causa da multidão, pois era de pequena estatura. Ele correu para a frente e subiu num sicômoro a fim de ver Jesus, que ia passar por ali. Quando Jesus chegou a esse lugar, levantando os olhos, disse-lhe: ‘Zaqueu, desce depressa: hoje preciso ficar na tua casa’” (Lc 19,6-7).






Naquele dia, foi Jesus quem quis ir à casa de Zaqueu. Hoje, é à nossa casa que Ele quer ir.


“Zaqueu desceu depressa e o acolheu todo alegre. Vendo isso, todos murmuravam; diziam: ‘É na casa de um pecador que ele foi se hospedar’” (Lc 19,6-7). Jesus ficou na casa de Zaqueu e quer ficar também em nossa casa. Somos fracos, temos muitos erros, muitas fraquezas, cometemos muitos pecados, mas o Senhor nos escolheu. Ele decretou que quer ficar em nosso lar.“Mas Zaqueu, adiantando-se, disse ao Senhor: ‘Pois bem, Senhor, eu reparto aos pobres a metade dos meus bens e, se prejudiquei alguém, restituo-lhe o quádruplo’” (Lc 19,8).Zaqueu fez isso porque a sua vida já tinha mudado. Só se mexe no bolso quando o Senhor toca no coração.“Então Jesus disse a seu respeito: ‘Hoje veio a salvação a esta casa, pois também ele é filho de Abraão. Com efeito, o Filho do Homem veio procurar e salvar o que estava perdido’” (Lc 19,9-10).O Senhor realiza esse Evangelho! Este é o clamor do povo: “Quero Deus, necessito de Deus na minha família”.


Diga ao Senhor:


Jesus, escolheste a mim apesar da minha fraqueza e do meu pecado. Escolheste a mim para Te levar para a minha casa.Senhor, não sou digno de que entres na minha casa, mas preciso que entres e digas uma Palavra. Porque basta que digas uma Palavra e a minha casa será transformada. A minha família será mudada. Entra na minha casa e permanece nela, Senhor.Trecho retirado do livro: "Eu e minha casa serviremos ao Senhor"

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Sem o Espírito Santo, o Cristo permanece no passado

Pentecostes, do grego “pentekosté”, é o qüinquagésimo dia após a Páscoa. Comemora-se o envio do Espírito Santo à Igreja. A partir da Ascensão de Cristo, os discípulos e a comunidade não tinham mais a presença física do Mestre. Em cumprimento à promessa de Jesus, o Espírito foi enviado sobre os apóstolos. Dessa forma, Cristo continua presente na Igreja, que é continuadora da sua missão.
A origem do Pentecostes vem do Antigo Testamento, a qual era uma celebração da colheita (cf. Êxodo 23, 14), dia de alegria e ação de graças, portanto, uma festa agrária. Nela, o povo oferecia a Deus os primeiros frutos que a terra tinha produzido. Mais tarde, tornou-se também a festa da renovação da Aliança do Sinai (cf. Ex 19, 1-16).
No Novo Testamento, o Pentecostes está relatado no livro dos Atos dos Apóstolos 2, 1-13. Como era costume, os discípulos, juntamente com Maria, Mãe de Jesus, estavam reunidos para a celebração do Pentecostes judaico. De acordo com o relato, durante a celebração, ouviu-se um ruído: "Como se soprasse um vento impetuoso". "Línguas de fogo" pousaram sobre os apóstolos e todos ficaram repletos do Espírito Santo e começaram a falar em diversas línguas.
Pentecostes é a coroação da Páscoa de Cristo. Nele, acontece a plenificação da Páscoa, pois a vinda do Espírito sobre os discípulos manifesta a riqueza da vida nova do Ressuscitado no coração, na vida e na missão dos discípulos.
Podemos notar a importância de Pentecostes nas palavras do Patriarca Atenágoras (1948-1972): "Sem o Espírito Santo, Deus está distante, o Cristo permanece no passado, o Evangelho uma letra morta, a Igreja uma simples organização, a autoridade um poder, a missão uma propaganda, o culto um arcaísmo, e a ação moral uma ação de escravos". O Espírito traz presente o Ressuscitado à sua Igreja e garante a ela a vida e a eficácia da missão.
Dada sua importância, a celebração do Domingo de Pentecostes inicia-se com uma vigília, no sábado. É a preparação para a vinda do Espírito Santo, que comunica seus dons à Igreja nascente.
O Pentecostes é, portanto, a celebração da efusão do Espírito Santo. Os sinais externos, descritos no livro dos Atos dos Apóstolos, são uma confirmação da descida do Espírito: ruídos vindos do céu, vento forte e chamas de fogo. Para os cristãos, o Pentecostes marca o nascimento da Igreja e sua vocação para a missão universal.
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domingo, 11 de maio de 2008

No dia em que Deus criou as mães








No dia em que Deus criou as mães (e já vinha virando dia e noite há seis dias),
um anjo apareceu-lhe e disse:
- Por que esta criação está lhe deixando tão inquieto senhor?
E o Senhor Deus respondeu-lhe:
- Você já leu as especificações desta encomenda?
Ela tem que ser totalmente lavável, mas não pode ser de plástico.
Deve ter 180 partes móveis e substituíveis, funcionar à base de café e sobras de comida.
Ter um colo macio que sirva de travesseiro para as crianças.
Um beijo que tenha o dom de curar qualquer coisa, desde um ferimento até as dores de uma paixão, e ainda ter seis pares de mãos.
O anjo balançou lentamente a cabeça e disse-lhe:
- Seis pares de mãos Senhor?
Parece impossível !?!
Mas o problema não é esse, falou o Senhor Deus
- e os três pares de olhos que essa criatura tem que ter?
O anjo, num sobressalto, perguntou-lhe:
- E tem isso no modelo padrão?
O Senhor Deus assentiu:- Um par de olhos para ver através de portas fechadas, para quando se perguntar o que as crianças estão fazendo lá dentro (embora ela já saiba);outro par na parte posterior da cabeça, para ver o que não deveria, mas precisa saber, e naturalmente os olhos normais, capazes de consolar uma criança em prantos, dizendo-lhe:"Eu te compreendo e te amo!" - sem dizer uma palavra.
E o anjo mais uma vez comenta-lhe:
- Senhor...já é hora de dormir.
Amanhã é outro dia.
Mas o Senhor Deus explicou-lhe:
- Não posso, já está quase pronta.
Já tenho um modelo que se cura sozinho quando adoece, que consegue alimentar uma família de seis pessoas com meio quilo de carne moída e consegue convencer uma criança de 9 anos a tomar banho...
O anjo rodeou vagarosamente o modelo e falou:
- É muito delicada Senhor!
... Mas o Senhor Deus disse entusiasmado:
- Mas é muito resistente!
Você não imagina o que esta pessoa pode fazer ou suportar!
O anjo, analisando melhor a criação, observa:
- Há um vazamento ali Senhor...
- Não é um simples vazamento, é uma lágrima!E esta serve para expressar alegrias, tristezas, dores, solidão, orgulho e outros sentimentos.
- Vós sois um gênio, Senhor!
- disse o anjo entusiasmado com a criação.
- Mas disse o Senhor: isso não fui eu que coloquei.
Apareceu assim...
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sexta-feira, 9 de maio de 2008

Todos os seres vivos buscam a felicidade; direcione sua compaixão para todos


"Todos os seres vivos buscam a felicidade; direcione sua compaixão para todos"




SIMPLES ASSIM!!!



Simples assim....

Quero estar com você todos os dias,
Me perder no teu abraço,
E encontrar o repouso
para o meu coração cansado...
Quero ver o teu sorriso,
Me agasalhando na tua emoção.
Quero que esse dia Seja mais um dia,
De muitos que virão,Pra gente se abraçar e lembrar,Sempre com felicidade
Por tudo que ainda vamos viver...
Fonte Mensagens e Poemashttp://www.mensagensepoemas.com.br/casamento/simples-assim.html

Homenagem as mães


ANTES DE SER MÃE...

eu fazia e comia refeições quentes.

Eu usava roupas sem manchas.

Eu tinha calmas conversas ao telefone.


ANTES DE SER MÃE,

Eu dormia tão tarde quanto eu quisesse e nunca me preocupava com que horas iria para a cama. Eu escovava meus cabelos e tomava banho sem pressa.


ANTES DE SER MÃE,

Minha casa estava limpa todos os dias.

Eu nunca tropeçava em brinquedos, ou pensava em canções de ninar.


ANTES DE SER MÃE,

Eu não me preocupava se minhas plantas eram venenosas.

Eu nem sabia que existiam protetores de tomada...


ANTES DE SER MÃE,

Ninguém nunca tinha vomitado ou cuspido em mim.

Eu nunca tinha sido mordida nem beliscada por dedos minúsculos Ninguém nunca tinha me molhado.


ANTES DE SER MÃE,

Eu tinha controle da minha mente, dos meus pensamentos, do meu corpo, e do meu tempo.

Eu dormia a noite toda!!


ANTES DE SER MÃE,

Eu nunca tinha segurado uma criança chorando para que pudessem fazer exames ou aplicar vacinas Eu nunca havia experimentado a maravilhosa sensação de amamentar e saciar um bebê faminto.

Eu nunca tinha olhado em olhos marejados e chorado.

Eu nunca tinha ficado tão gloriosamente feliz por causa de um simples sorriso.

Eu nunca tinha sentado tarde da noite só para admirar um bebê dormindo.

Eu nunca tinha segurado um bebê dormindo só porque eu não queria deixá-lo.

Eu nunca havia sentido meu coração se quebrar em um milhão de pedaços porque eu não pude parar uma dor.

Eu nunca imaginaria que algo tão pequeno pudesse afetar tanto minha vida.

Eu nunca soube que eu amaria ser mãe.


ANTES DE SER MÃE,

Eu não conhecia a sensação de ter meu coração fora de meu corpo.

Eu não conhecia a força do amor entre uma mãe e seu filho.


ANTES DE SER MÃE,

Eu não conhecia o calor, A alegria, O amor, A preocupação, A plenitude, Ou a satisfação de ser mãe.

Eu não sabia que era capaz de sentir tudo isso com tanta intensidade


ANTES DE SER MÃE...

A Missa explicada por padre Pio
Do sinal da cruz inicial até o ofertório, é preciso encontrar Jesus
Padre Pio era o modelo de cada padre... Não se podia assistir "à sua Missa", sem que nos tornássemos, quase sem perceber, "participantes" desse drama que se vivia a cada manhã sobre o altar. Crucificado com o Crucificado, o Padre revivia a Paixão de Jesus com grande dor, da qual fui testemunha privilegiada, pois lhe ajudava, na Missa.
Ele nos ensinava que nossa Salvação só se poderia obter se, em primeiro lugar, a cruz fosse plantada na nossa vida. Dizia: "Creio que a Santíssima Eucaristia é o grande meio para aspirar à Santa Perfeição, mas é preciso recebê-La com o desejo e o engajamento de arrancar, do próprio coração, tudo o que desagrada Àquele que queremos ter em nós".(27 de julho 1917).
Pouco depois da minha ordenação sacerdotal, explicou-me ele que, durante a celebração da Eucaristia, era preciso colocar em paralelo a cronologia da Missa e a da Paixão. Trata-se, antes de tudo, de compreender e de realizar que o Padre no altar É Jesus Cristo. Desde então, Jesus, em seu Padre, revive indefinidamente a mesma Paixão.
Do sinal da cruz inicial até o Ofertório, é preciso ir encontrar Jesus no Getsemani, é preciso seguir Jesus na Sua agonia, sofrendo diante deste "mar de lama" do pecado. É preciso unir-se a Jesus em sua dor de ver que a Palavra do Pai, que Ele veio nos trazer, não é recebida pelos homens, nem bem nem mal. E, a partir desta visão, é preciso escutar as leituras da Missa como sendo dirigidas a nós, pessoalmente .
O Ofertório: É a prisão, chegou a hora...
O Prefácio: É o canto de louvor e de agradecimento que Jesus dirige ao Pai, e que Lhe permitiu, enfim, chegar a esta "Hora".
Desde o início da oração Eucarística até a Consagração : Nós nos unimos (rapidamente!...) a Jesus em Seu aprisionamento, em Sua atroz flagelação, na Sua coroação de espinhos e Seu caminhar com a cruz nas costas, pelas ruelas de Jerusalém e, no "Memento", olhando todos os presentes e aqueles pelos quais rezamos especialmente.
A Consagração nos dá o Corpo entregue agora, o Sangue derramado agora. Misticamente, é a própria crucifixão do Senhor. E é por isso que Padre Pio sofria atrozmente neste momento da Missa.
Nós nos uníamos em seguida a Jesus na cruz, oferecendo ao Pai, desde esse instante, o Sacrifício Redentor. Este é o sentido da oração litúrgica que segue imediatamente à consagração.
"Por Cristo com Cristo e em Cristo" corresponde ao grito de Jesus: "Pai, nas Tuas Mãos entrego o Meu Espírito!" Desde então, o sacrifício é consumado pelo Cristo e aceito pelo Pai. Daqui por diante, os homens não mais estão separados de Deus e se encontram de novo unidos. É a razão pela qual, nesse instante, recita-se a oração de todos os filhos: "Pai Nosso...".
A fração da hóstia indica a Morte de Jesus...
A Intinção, instante em que o Padre, tendo partido a hóstia (símbolo da morte...), deixa cair uma parcela do Corpo de Cristo no cálice do Precioso Sangue, marca o momento da Ressurreição, pois o Corpo e o Sangue estão de novo reunidos e é ao Cristo Vivo que vamos comungar.
A Bênção do Padre marca os fiéis com a cruz, ao mesmo tempo como um extraordinário distintivo e como um escudo protetor contra os assaltos do Maligno...
Depois de ter escutado uma tal explicação dos lábios do próprio Padre e sabendo bem que ele vivia dolorosamente tudo aquilo, compreende-se que me tenha pedido segui-lo neste caminho... o que eu fazia cada dia... E com que alegria!
Pe. Jean Derobert Palavras do padre Pio
Jesus me consolou. Em 18 de abril de 1912, depois de uma luta terrível contra o inferno, a consolação do Senhor me veio depois da Missa: "Ao final da missa, conversei com Jesus para a ação de graças. Oh quanto foi suave o colóquio mantido com o paraíso nessa manhã!... O coração de Jesus e o meu se fundiram. Não eram mais dois que batiam, mas um só. Meu coração tinha desaparecido como uma gota de água se dissolve no mar... - Padre Pio chorava de alegria.- Quando o paraíso invade um coração, esse coração aflito, exilado, fraco e mortal não pode suporta-lo sem chorar...".
Ao Pe Agostinho, 18/04/1912, em "Padre Pio, Transparent de Dieu", J.Derobert.
Confidências a seus filhos espirituais
"Minha missa é uma mistura sagrada com a Paixão de Jesus. Minha responsabilidade é única no mundo", disse ele chorando.
"Na Paixão de Jesus, encontrarão também a minha".
"Não desejo o sofrimento por ele mesmo, não; mas pelos frutos que me dá. Ele dá glória a Deus e salva meus irmãos, que mais posso desejar?".
"A que momento do Divino Sacrifício mais sofreis?". - Da consagração à comunhão." "Durante o ofertório?. - É neste momento que a alma é separada das coisas profanas."
"A consagração?". - É verdadeiramente aí que advém uma nova admirável destruição e criação."
"A Comunhão? Na comunhão, sofreis a morte? - Misticamente, sim. - Por veemência de amor ou de dor? - Por uma e outra: mas mais por amor."
"Sofreis toda e sempre a Paixão de Jesus?". - Sim, por Sua bondade e Sua condescendência, tanto quanto é possível a uma criatura humana. - E como podeis trabalhar com tanta dor? - Encontro o meu repouso sobre a cruz."
"Como nós devemos ouvir a Santa Missa?". - Como a assistiam a Santa Virgem Maria e as Santas mulheres. Como São João assistiu ao Sacrifício Eucarístico e ao Sacrificio sangrento da cruz "". Pe. Tarcísio, Congresso de Udine, 1972.
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Patrono Universal da Igreja
O Papa Pio XI, em 08 de dezembro de 1870, proclamou São José Patrono Universal da Igreja, disse: “Entre São José e Deus não vemos e não devemos ver senão Maria, por sua divina Maternidade”. “São José, depois de Maria, é o maior de todos os Santos”.
Em 1956, o Papa Pio XII (1939-1958) instituiu a festa de São José Operário, a ser celebrada em rito duplo de primeira classe no dia 1º de maio, Dia Universal do Trabalho.
São Mateus afirma em seu Evangelho que São José “era um homem justo” (Mt 1,19). Isto, na linguagem bíblica, significa um homem repleto de todas as virtudes, de santidade completa, perfeito. Jesus quis ter um pai na terra: O anjo do Senhor, aparecendo-lhe em sonho, diz-lhe: “José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua esposa, pois o que ela concebeu é obra do Espírito Santo” (Mt. 1,20).
Coube a São José a grande honra de dar o nome ao Filho de Deus humanado. O Anjo lhe disse: “Ela dará à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo de seus pecados. Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que o Senhor falou pelo profeta” (Mt 1, 21-22).
Em uma aparição a Santa Margarida de Cortona, disse Jesus: “Filha, se desejas fazer-me algo agradável, rogo-te não deixeis passar um dia sem render algum tributo de louvor e de bênção ao meu Pai adotivo São José, porque me é caríssimo”.
Santo Afonso de Ligório (†1787), doutor da Igreja, garantia que todo dom ou privilégio que Deus concedeu a outro Santo também o concedeu a São José.São Francisco de Sales (†1655), doutor da Igreja, diz que “São José ultrapassou, na pureza, os Anjos da mais alta hierarquia”.
São Jerônimo (†420), doutor da Igreja, diz que: “José mereceu o nome de “Justo”, porque possuía de modo perfeito todas as virtudes”.
São Bernardo (†1153), doutor da Igreja: “De sua vocação, considerai a multiplicidade, a excelência, a sublimidade dos dons sobrenaturais com que foi enriquecido por Deus”.
Se São José foi escolhido para Esposo de Maria, a mais santa de todas as mulheres, é porque ele era o mais santo de todos os homens. Se houvesse alguém mais santo que José, certamente seria este escolhido por Jesus para Esposo de Sua Mãe Maria. Nós não pudemos escolher nosso pai e nossa mãe, mas Jesus pôde, então, escolheu os melhores que existiam.
São Francisco de Sales disse ainda: “Oh! que divina união entre Nossa Senhora e o glorioso São José; união que tornava José participante de todos os bens de sua cara Esposa e o fazia crescer maravilhosamente na perfeição, pela contínua comunicação com Ela, que possuía todas as virtudes em grau tão alto, que nenhuma criatura o pode atingir”.
Testemunho de Santa Teresa de Ávila (†1582), doutora da Igreja, devotíssima de São José. No “Livro da Vida”, sua autobiografia, ela escreveu:
“Tomei por advogado e senhor ao glorioso São José e muito me encomendei a ele. Claramente vi que dessa necessidade, como de outras maiores referentes à honra e à perda da alma, esse pai e senhor meu salvou-me com maior lucro do que eu lhe sabia pedir. Não me recordo de lhe haver, até agora, suplicado graça que tenha deixado de obter. Coisa admirável são os grandes favores que Deus me tem feito por intermédio desse bem-aventurado santo, e os perigos de que me tem livrado, tanto do corpo como da alma. A outros santos parece o Senhor ter dado graça para socorrer numa determinada necessidade.”
“Ao glorioso São José tenho experiência de que socorre em todas. O Senhor quer dar a entender com isso como lhe foi submisso na terra, onde São José, como pai adotivo, o podia mandar, assim no céu atende a todos os seus pedidos. Por experiência, o mesmo viram outras pessoas a quem eu aconselhava encomendar-se a ele. A todos quisera persuadir que fossem devotos desse glorioso santo, pela experiência que tenho de quantos bens alcança de Deus…De alguns anos para cá, no dia de sua festa, sempre lhe peço algum favor especial. Nunca deixei de ser atendida”.
No Evangelho consta que São José era carpinteiro: “Não é este o filho do carpinteiro?”(Mt 13, 55). Mas a expressão é mais genérica, pois diz “filius fabri”, quer dizer, filho de artesão.
A vocação de São José foi a de representante do Pai Eterno junto a seu Filho Unigênito na terra. Por isso os autores místicos o chamam de “Sombra do Pai Celeste”; um privilégio especial só a ele concedido. Isto nos faz lembrar a palavra que diz: “Eu sou o Senhor, esse é meu nome, a ninguém cederei minha glória, nem a ídolos minha honra” (Is 42,8).
São Basílio Magno (330-369), doutor da Igreja, diz: “Ainda que José tratasse sua mulher com todo afeto e amor e com todo o cuidado próprio dos cônjuges, entretanto se abstiveram dos atos conjugais” (Tratado da Virgem Santíssima, BAC, Madri, 1952, p. 36).
Papa Leão XIII disse na Encíclica Quamquam pluries: “Muitos Padres da Igreja, de acordo com a Sagrada Liturgia, acreditam que o antigo José, filho do Patriarca Jacó, tenha figurado a pessoa e o ministério do nosso São José, e simbolizado, com o seu esplendor, a grandeza e a glória do futuro Custódio da Sagrada Família.”
Eis o que diz a respeito São Bernardo, doutor a Igreja: “Lembra-te do grande Patriarca vendido para o Egito, e sabe que ele não só lhe herdou o nome, mas imitou-lhe também a castidade, mereceu-lhe a inocência e a graça. E se aquele José, vendido por inveja dos irmãos e conduzido ao Egito, prefigurou a venda de Cristo, o nosso José, fugindo da inveja de Herodes, levou Cristo para o Egito”.
Papa João Paulo II: “Precisamente em vista da sua contribuição para o mistério da Encarnação do Verbo, José e Maria receberam a graça de viverem juntos o carisma da virgindade e o dom do matrimônio. A comunhão de amor virginal de Maria e José, embora constitua um caso muito especial, ligado à realização concreta do mistério da Encarnação, foi todavia um verdadeiro matrimônio” (cf Exort. Apost. Redemptoris custos, 7).
São José é o patrono da boa morte: Santa Teresa, narrando a morte de suas filhas, devotas do Santo, dizia:
“Tenho observado que, no momento de exalar o último suspiro, gozavam inefável paz e tranqüilidade; sua morte assemelhava-se ao doce repouso da oração. Nada indicava que estivessem interiormente agitadas por tentações. Essas divinas luzes me libertaram o coração do temor da morte. Morrer parece-me agora o que há de mais fácil para uma alma fiel”.
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sábado, 3 de maio de 2008

Quando Deus se torna uma aspirina




Existe um problema em nossas orações: constantemente lembramos de Deus somente quando estamos necessitados de algo, pedindo a Ele que faça a nossa vontade. Mas nem sempre as coisas são assim, pois, muitas vezes, o que desejamos não é o melhor para nós.
Um exemplo bem prático disso é uma criança pequena pedindo à mãe que lhe deixe brincar com uma faca. Por mais que isso seja a vontade dela [criança], uma mãe – em plena consciência – nunca a deixaria brincar com esse objeto. Do mesmo modo, Deus age assim conosco, sempre visando primeiramente o nosso bem; mesmo que a situação que estamos vivendo não esteja coerente com a vontade divina.
A lógica de Deus é muito diferente da nossa, porque Ele vê e tem idéia perfeita sobre todas as coisas, enquanto nossa visão é meramente limitada. Já experimentou olhar o lado avesso de um bordado feito à mão? O que vemos são apenas traços de um desenho; é difícil imaginar como realmente é o bordado. Assim nós também vemos a realidade, não a vemos por todos os ângulos, nossa visão a respeito dela é parcial.
Acreditamos – por meio de nossa fé – que Deus é Onisciente, ou seja, sabe tudo; logo, sabe o que é melhor para nós, muito mais do que nós mesmos. Portanto, o melhor que temos a fazer é nos deixar guiar pelo Senhor e pedir que se faça a vontade d’Ele em nossa vida e não a nossa, pois somos passíveis de erros.
Há de se ter muito cuidado em nossas orações para que não nos tornemos meramente pedintes, pois nossa tendência é a de esquecer de Deus quando conseguirmos o que queremos. Imagine você uma pessoa que orasse tão somente por causa de uma dor de cabeça, e agisse assim a vida toda. Qual seria o conceito que ela tem de Deus? Eu acredito que como o de uma grande aspirina, e é aí que mora o perigo, pois com esse conceito reduzido sobre Deus, quando ela tomar consciência de que a aspirina resolve seu problema, ela deixará de orar por crer que não precisa mais de Deus.
Com isso, não afirmo que é proibido pedir qualquer coisa a Deus; muito pelo contrário, no Evangelho de São João, podemos encontrar a seguinte passagem: “Tudo o que pedirdes ao Pai em meu nome, eu o farei de tal forma que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei” (Jo 14,13-14). Digo que apenas é necessário ter cuidado para que nossas orações não se tornem apenas um ato de somente pedir. Repito aqui que a melhor solução é deixar-se guiar por Deus.
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Bíblia é livro pouco conhecido, apesar de ser o mais traduzido




A Bíblia, apesar de ser o livro mais difundido e traduzido no mundo, com versões em 2.454 idiomas, continua sendo quase desconhecida em muitos países que se dizem católicos, segundo pesquisa encomendada pela Federação Bíblica Católica apresentada segunda-feira (28) no Vaticano.
Participaram da pesquisa 13 mil pessoas de nove países: Estados Unidos, Grã-Bretanha, Holanda, França, Alemanha, Itália, Espanha, Polônia e Rússia. Somente 14% dos italianos entrevistados deram respostas corretas a perguntas básicas de conhecimento sobre a Bíblia, como "Os evangelhos são parte da Bíblia?", "Jesus escreveu livros da Bíblia?" e "Quem, entre Moisés e Paulo, era um personagem do Antigo Testamento?".
Os resultados não foram muito melhores nos outros países: somente 17% souberam as respostas nos Estados Unidos e na Inglaterra, 15% na Alemanha, 11% na França e 8% na Espanha. Os mais bem classificados foram os poloneses, com 20% de respostas corretas, e os piores foram os russos, com 7% de acertos.
Apesar disso, 75% dos norte-americanos afirmaram ter lido passagens da Bíblia nos últimos 12 meses, sendo que somente 27% dos italianos disseram o mesmo. França e Espanha tiveram respectivamente 21% e 20% de leitores da Bíblia.
Quanto a freqüentar a igreja, 32% dos italianos disseram fazê-lo, contra 55% dos poloneses e 45% dos norte-americanos. Entre os católicos ortodoxos russos, somente 6% vai a missa a cada domingo.
A maioria dos entrevistados afirmou ter a sensação de contar com a proteção de Deus: 86% de norte-americanos, 79% de poloneses e italianos, 78% de russos e 65% de espanhóis, sendo que a França registrou o menor número com somente 47%.
Para 34% dos poloneses, 27% dos norte-americanos, 23% dos italianos e 21% dos russos, os textos bíblicos devem ser considerados a "palavra de Deus" e, portanto, ser interpretados ao pé da letra e não de maneira crítica.
A Bíblia tem versões traduzidas para 2.454 idiomas, mas a tradução completa (incluindo o Antigo e o Novo Testamento) está disponível apenas em 438 idiomas. O Novo Testamento foi traduzido para 1.168 línguas e 848 outros idiomas têm pelo menos um livro bíblico.
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