terça-feira, 31 de março de 2009

Um 'não' diário ao pecado

Somos escolhidos por Deus. Ele investiu tudo para que busquemos a santidade e marchemos para "céus novos e uma terra nova". Saiba: a cada dia essa realidade está mais próxima. A nossa meta é essa; nós estaremos lá com todos os santos – não só os beatificados e canonizados – mas também com aqueles que, em meio a inúmeras dificuldades, romperam com o pecado, venceram suas fraquezas e terminaram seu percurso, vitoriosos, na graça de Deus e hoje estão no Céu.

Porque somos fracos, temos de ser determinados como os alcoólatras e dependentes de drogas. Eles aprendem que a única maneira de deixar o vício é ao se decidirem. Dizer: "Vou parando aos poucos" é ilusão. A decisão tem de ser radical!

Com o pecado é a mesma coisa: é preciso tomar a decisão e romper definitivamente com ele. É preciso assumir o PHN! Por Hoje Não, por hoje não vou mais pecar: por hoje eu não bebo mais; por hoje eu não uso mais drogas; por hoje eu não peco mais. E no dia seguinte repetir a mesma coisa e, assim, incorporar o PHN em sua vida. Com a força do Alto e a nossa decisão conseguimos essa graça!

Não perca tempo, procure hoje mesmo se refugiar no coração de Jesus, que está pronto para o acolher com todas as suas necessidades, com todos os seus pecados, com todas as suas limitações. No coração de Cristo Jesus tudo se trasforma, tudo se torna novo. Esse mesmo coração está aberto para o acolher, para acolher suas necessidades e fazer de você uma nova criatura.

Façamos a experiência de rezar assim no dia de hoje : "Jesus manso e humilde de coração, fazei o meu coração semelhante ao Vosso"!

Experimente o Senhor agindo em você. E vida nova! Para Deus nada é impossível! Nós temos visto isso desde sempre.

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib

segunda-feira, 30 de março de 2009

Os desafios da vida conjugal


Para se viver uma nova vida, são exigidas novas atitudes

Entende-se por casamento a união legítima entre um homem e uma mulher que se dispõem a viver sob os mesmos princípios regidos pela Igreja. Isso não isenta o casal de viver os impasses e os desafios no exercício da vida comum. Viver um compromisso de profundos vínculos, como é o casamento, sem abdicar dos hábitos vividos enquanto solteiros, certamente, fará com que os casais enfrentem muitos problemas e complicações no convívio.


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Motivos que fazem surgir uma crise são muitos; estabelecer equilíbrio entre a família, o trabalho e, de maneira especial neste artigo, a vida social, é um dos novos desafios da vida conjugal. Enquanto éramos solteiros ou não tínhamos um compromisso estabelecido com alguém, o tempo era nosso. Podíamos fazer o que desejávamos, ir aonde quiséssemos. De certa maneira, não precisávamos dar satisfação nem partilhar nossa agenda com ninguém. Contudo, podem ser incômodas, para quem ficou em casa, as famosas “esticadas” das sextas-feiras ou as intermináveis tardes dos finais de semana com os amigos. Ainda que estas sejam práticas inocentes, algumas pessoas, desatentas, se esquecem de que seu cônjuge tem sentimentos e também planeja aproveitar do tempo livre ao seu lado.

Para viver uma nova vida, há a necessidade de se adaptar também a novas atitudes.

Muitas coisas ao longo dos anos irão despontar exigindo pequenos ajustes no cotidiano do casal. E uma maneira de aprendermos a reeducação de nossos hábitos seria no sentido de melhor equacionar o tempo livre, considerando, também, a necessidade de estar com o cônjuge. Aliás, ninguém pode conhecer o outro em escassos e limitados momentos de convivência. Na prática do “conhecer e ser conhecido” os casais passam a se tornar parceiros, a ponto de identificar os medos, as aspirações e as insatisfações um do outro, tornando-se cada vez mais próximos e cúmplices.

Muitas pessoas, por não terem entendido tais princípios, se isentam dessas obrigações, argumentando que o casamento é uma instituição falida e antiquada. Para outras, a idéia que se passa sobre o casamento é a de prisão, entre outras definições.

Quando assumimos um relacionamento o fazemos por livre e espontânea vontade. Uma vez assumido o compromisso de vida a dois, e percebendo as possíveis e necessárias adequações de nossos antigos hábitos, podemos achar que estamos perdendo a liberdade ou que o novo estado de vida tenha nos “podado as asinhas”.

Extrapolar nas experiências, sobre as quais se pensa ter direito, vivendo à mercê de todas as oportunidades, justificando que a vida é curta e por isso deve ser aproveitada – não convém àquele que se empenha em promover a felicidade do ser amado.

De certa maneira, a vida realmente parecerá curta para se viver os infinitos atos de carinho de casais apaixonados.

Ao enxergarmos a novidade de uma experiência a dois como um peso ou como uma clausura, na verdade, estaremos rotulando e expondo nosso cônjuge como alguém opressor ou egoísta. Assim, paciência e esforço serão atributos necessários para assimilar os desafios da vida conjugal, especialmente para aqueles que desejam nutrir a chama do amor entre si.

Qual é o segredo da verdadeira felicidade?

Há uma canção que diz assim: “Um dia uma criança me parou, olhou-me nos meus olhos a sorrir, tarefa e papel na sua mão, tarefa escolar para cumprir, e perguntou por meio de um sorriso o que é preciso para ser feliz. Amar como Jesus amou, sonhar como Jesus sonhou, pensar como Jesus pensou, viver como Jesus viveu, sentir o que Jesus sentia, sorrir como Jesus sorria, e ao chegar o fim do dia, eu sei que eu dormiria muito mais feliz…”

O segredo da felicidade é muito simples, mas, por incrível que pareça, nós gostamos de coisas complicadas; vivemos numa cultura na qual medimos o grau de importância das coisas quando estas são difíceis e complicadas.

Tudo é muito simples e precisamos tratar a vida com simplicidade e naturalidade, como as crianças que se encantam com as coisas mais simples e são felizes assim.

Peçamos hoje a Jesus que nos ensine a amar como Ele ama, a sentir como Ele sente e de, em tudo, nos assemelharmos a Ele, pelo poder e força do Divino Espírito Santo.

“Felicidade e todo bem hão de seguir-me, por toda a minha vida; e na casa do Senhor, habitarei pelos tempos infinitos” (Sl 22, 6).

Jesus, queremos ser homens e mulheres verdadeiramente felizes, capazes de amar e de sentir como o Senhor.

Jesus, eu confio em Vós!

Luzia Santiago

domingo, 22 de março de 2009

SÃO JOSÉ

Tudo o que sabemos a respeito de São José vem das Escrituras. Por ser homem justo foi escolhido por Deus para guardar a virgindade Maria com quem se casou aos 30 anos .
Era carpinteiro, trabalhador, tanto que, em Nazaré, perguntaram em relação a Jesus, “Não é este o filho do carpinteiro?” (Mt 13, 55).
Apesar de seu humilde trabalho e suas condições simples, José era de linhagem real. Lucas e Mateus citam sua descendência de Davi, o maior rei de Israel ( Mt 1, 1-16 e Lc 3, 23-38 ).

Realmente, o anjo que primeiro conta a José sobre Jesus o saúda como “filho de Davi,” um título real usado também para Jesus.
José foi um homem compassivo, carinhoso. Quando soube que Maria estava grávida, ainda não tendo com ela de casado. sabendo que a criança não era dele, pois respeitava sua noiva, planejou separar-se de Maria de acordo com a lei, mas temeu pela segurança e sofrimento dela e do bebê.
José sabia que mulheres acusadas de adultério poderiam ser apedrejadas até a morte.

Então, ele decidiu deixá-la silenciosamente para não expor Maria a vergonha ou crueldade ( Mt 1,19-25 ).

José foi um homem de fé, obediente a tudo o que Deus pedisse a ele. Quando o anjo apareceu a José em um sonho e contou-lhe a verdade sobre a criança que Maria estava carregando, José imediatamente e sem questionar ou preocupar-se com fofocas, tomou-a como esposa. José respeitava e temia a Deus. Ele levava sua família a Jerusalém todo ano para a Páscoa, algo que não poderia ter sido fácil para um trabalhador. Cita o Evangelho de Lucas que, tendo se completado o tempo para Jesus nascer , surgiu um decreto que todos deveriam se recensear na cidade de origem. Sendo José da casa de Davi, foi com Maria para Belém, nascendo lá o Salvador. Quando o anjo de Deus reapareceu para lhe dizer que sua família estava em perigo, ele imediatamente deixou tudo o que possuía, todos os seus parentes e amigos, e fugiu para um país estranho, desconhecido, com sua jovem esposa e o bebê. Ele aguardou no Egito sem questionar até que o anjo disse a ele que era seguro retornar ( Mt 2, 13-23 ).

José não era rico: quando levou Jesus ao Templo para ser circuncidado e Maria para ser purificada, ofereceu o sacrifício de um par de rolas ou dois pombinhos, o que era permitido apenas àqueles que não tinham condições de comprar um cordeiro ( Lc 2, 24 ).

José amava Jesus. Sua única preocupação era a segurança desta criança confiada a ele. Ele não apenas deixou seu lar para proteger Jesus, mas na ocasião de seu retorno fixou residência na obscura cidade de Nazaré sem temer por sua vida. Quando Jesus ficou no Templo, José, junto com Maria, procurou por Ele com grande ansiedade, por três dias ( Lc 2, 48 ).

José tratava a Jesus como seu próprio filho, tanto que as pessoas de Nazaré constantemente repetiam com relação a Jesus, “Não é este o filho de José?” ( Lc 4, 22 )
Pelo fato das Escrituras não citarem José nos fatos da vida pública de Jesus, em sua morte e ressurreição, muitos historiadores acreditam que provavelmente deve ter morrido antes que Jesus iniciasse seu sacerdócio.

São José teve a mais bela morte, pois morreu com Jesus e Maria ao seu lado, maneira como todos nós gostaríamos de partir desta terra. Por isso José é o protetor da boa morte. José é também o patrono universal da Igreja, dos pais, dos carpinteiros , do trabalho e da justiça social.


ORAÇÃO A SÃO JOSÉ

Ó bondoso São José, intercedei ao Pai, em nome de Jesus, em favor de nós.
Ao senhor, pai adotivo de Jesus, pedimos vossa contínua intercessão junto à Trindade, para que a Paz reine em nossos corações e no mundo .
São José, pede por nós ao Espírito Santo que infunda o amor pelo Reino de Deus emtosos nós. Suplicai a Ele que dê aos fiéis o ardor missionário, tão necessário à nossa Paróquia para o cumprimento de sua missão. Pedi, de modo especial, a assistência do Espírito aos nossos agentes de pastoral. À semelhança dos evangelizadores da Igreja primitiva, tenham todos a fortaleza e a generosidade necessárias à Evangelização.

sexta-feira, 13 de março de 2009

EU E MINHA CASA SERVINDO AO SENHOR!


Por que será que você pertence ao MFC ?

Será porque já faz muito tempo e já se acostumou com a convivência dos companheiros de Grupo, ou será porque conhece a sua finalidade como movimento evangelizador - em uma linha libertadora - das famílias ?

Se você participa somente porque faz bastante tempo e tem no MFC bastantes conhecidos e amigos, será melhor repensar o seu “Projeto de Vida”, seus objetivos e sua caminhada Cristã. Existem outros movimentos e/ou pastorais em que você poderá desenvolver toda a sua potencialidade, o seu carisma e poder participar com mais entusiasmo, dedicação, responsabilidade , disponibilidade e, principalmente, com a sua presença e o seu trabalho evangelizador.

Somos Cristãos. É muito melhor atuarmos a serviço de Cristo, trabalhando por um mundo melhor, em um movimento e/ou pastoral que esteja dentro do nosso “Projeto de Vida”, do que continuarmos dentro de um Movimento e/ou Pastoral em que não sentimos entusiasmo e nunca temos tempo para participar dos trabalhos existentes, e ainda criticamos os que tentam fazer alguma coisa. Não estamos sendo justos, não acha?

Tome hoje a sua decisão ! Seja um Cristão comprometido e assuma o lugar onde deseja desenvolver o seu carisma. Se for no MFC, venha trabalhar . Participe, critique, some e vamos a luta.